Sou pai de João, Irene e Teresa. E entendi que é a partir da chegada deles que há uma transformação em mim, caminho sem volta, escolha pelo que há de melhor na profissão que escolhi (sou publicitário). A gente pode (e deve) usar a comunicação a favor da construção de um mundo melhor. Sendo menos utópico: de uma sociedade mais justa. Sendo bem realista: a gente pode contribuir para que nossa casa seja um espelho daquilo que espera que aconteça lá fora. E isso, por menor que pareça, é gigante. Um passo para que nossos filhos entendam o que é verdadeiramente importante, vejam isso acontecer – na prática – no seus universos particulares e, claro, cresçam com a capacidade de disseminar valores mais sólidos. Estou aqui para isso. E meu trabalho é apenas consequência do tento fazer aqui, em casa, de onde escrevo agora.

Sua visita é muito importante. Aqui no site você vai encontrar meus trabalhos autorais e algumas amostras do meu trabalho como consultor de comunicação, diretor de criação em algumas agências, redator em alguns trabalhos. Uma forma de dizer que estou disponível para trabalhos. Bem-vindo.
— mail@pedrinhofonseca.com.br

Chama que transforma: um convite para que eu fizesse um trabalho, para o cliente, muito parecido com o que faço diariamente – para mim mesmo [cliente: Bradesco]

Essa é uma experiência rara. Uma marca me convida para realizar um projeto que, de certa forma, tem inspiração nos meus trabalhos autorais (na maneira de contar a história das pessoas, com delicadeza e respeito ao legado de cada um). Chama que transforma é um projeto e tanto do Bradesco, que é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Uma das contrapartidas do patrocínio é que as marcas possam escolher pessoas para carregar a tocha olímpica, enquanto os jogos se aproximam. Só que o Bradesco traçou uma estratégia brilhante: ao invés de indicar pessoas com afinidade com o próprio banco, pediu para que as pessoas indicassem quem elas acreditam que é importante, quem está fazendo algo transformador pelo Brasil. São personagens muito especiais, que tive o orgulho de escrever e ilustrar com algumas fotos minhas. 
Clique aqui para ver o site da campanha. Clique aqui para acompanhar a ação nas redes sociais.

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Verbal identity – ou estratégia de discurso [cliente: B/Ferraz]

É um trabalho que sequer desconfiei que tinha nome, antes desse aqui ser realizado – pensar na reformulação da marca da agência B/Ferraz, sob a seguinte ótica: a agência estava passando por uma reinvenção, na prática, no dia-a-dia, e precisava de um contorno importante no seu posicionamento. Dizer que a B/Ferraz é uma non-stop agency não foi uma conclusão fácil, apesar disso estar evidente na labuta diária de cada um que faz a agência. Havia a necessidade de saber como isso impactaria os profissionais da agência, os clientes, o grupo ABC (ao qual a B/ faz parte). Foi um acerto. E a agência não para, realmente. Um conceito que faz sentido porque não parar, para eles, é um norte.
Clique aqui para ver o magnífico trabalho de design de marca feito por Pedro Paulino, meu parceiro nesse job.


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Primeira fila – olhar para o que realmente interessa num show: o público [cliente: Heineken/Londres]

E por isso me convidou a fazer um registro fotográfico/documental de pessoas que fizeram um esforço tremendo para estar o mais perto possível dos seus ídolos. Foi um trabalho, sobretudo, de descobertas. Entendi como a relação dos fãs com a música pode ser tão apaixonada – e apaixonante.
– Em breve vou preparar uma galeria aqui no site para mostrar o ensaio e as histórias criadas para este projeto.

Trip Transformadores – um projeto sempre em curso [cliente: Trip Editora]

Por dois anos seguidos, recebi o gentil convite de uma das pessoas que mais admiro, Ana Paula Wehba, para participar deste projeto. No primeiro ano, fiz os ensaios fotográficos dos premiados e contei suas histórias no Pequeno Livro das Transformações. No ano seguinte, fomos além, muito além. Convidei um time para, junto comigo, produzir todo o conteúdo do projeto (o que acabou se transformando em revista, documentário e exposição fotográfica). Um trabalho que me ajuda a ser melhor como ser humano.
Clique aqui para ler e ver a última edição do prêmio em que participei como diretor dos documentários, escritor e fotógrafo.

Fonte da Juventude – precisamos falar sobre alimentação saudável [cliente: Novos Urbanos]

Antes que seja tarde demais, é preciso falar sobre obesidade infantil. O Brasil figura nas piores listas possíveis: um terço da população é obesa e daqui a cinco anos, pelo andar da carruagem, seremos o país mais obeso do mundo. Um problema grave. A ONG Novos Urbanos convidou a 2020. (empresa que trabalha para comunicação de causas, da qual sou sócio) para criar uma estratégia de comunicação para colocar o assunto na pauta. E assim criamos a Fonte da Juventude. E convidamos Vik Muniz para materializar o nosso sonho de ver crianças em todo o Brasil aprendendo a ler e escrever enquanto aprendem, também, sobre os alimentos saudáveis. 
Clique aqui para ver o site do projeto.

Conselho de Classe – e um conselho para a vida [cliente: Fundação Lemann]

Olhar para os professores. Esse é fundamentalmente o recado da pesquisa Conselho de Classe, realizado pela Fundação Lemann, que tem como objetivo ouvir professores das escolas públicas em todo o país. Parece óbvio: são eles que estão na linha de frente (ou na ponta da cadeia, a depender do seu ponto de vista). O fato é que é lá, na sala de aula, onde a mágica ou a violência podem acontecer. É diante dos olhos do professor que se desenha a possibilidade ou impossibilidade de um país mais igual. Minha participação aqui foi como roteirista do filme, mas também um dos vários colaboradores (também com a 2020.) na concepção de um caminho estratégico para difundir a pesquisa e mobilizar mais professores pelo país.
Clique aqui para ver o filme da campanha. Clique aqui para ver o resultado da pesquisa.

Banco de Inspirações – pouca gente pode fazer muito barulho [cliente: Santander]

Éramos três: Dani Bogoricin (Twitter), Gustavo Giglio (UpdateOrDie) e eu. Recebemos uma missão do Santander para desenvolver um projeto de conteúdo para o banco durante o SXSW, o mais importante festival de inovação do mundo. Criamos o #bancodeinspirações. E fomos em busca de brasileiros que estavam em Austin, Texas, em busca de novas perguntas – e menos verdades absolutas. O resultado foi uma série de vídeos documentais e artigos que contavam a história de gente que inspira gente. Que faz barulho com ideias, pensamentos e atitudes.
O projeto foi ao ar no Update or Die e nos canais de social media do Santander, especialmente o Twitter. Aqui, alguns dos conteúdos: Mariana Aydar, Jules de Faria, Clap.me, James Murphy (Pixar), Pipo Calazans, Talita di Iorio.

Diário BB Cream – uma campanha para revelar muito mais que um produto. [cliente: L'Oréal]
Você não precisa ir muito longe para ver uma revolução de perto. Ela está bem aí, num mulher que certamente você já conhece. E se reconhece. Na mulher que transforma sua voz em energia para transformar, o seu trabalho em ferramenta de diálogo, o seu talento para conquistar um espaço tão seu (mas que até hoje não foi reconhecido). BB Cream aceitou o risco. E não falou em primeira pessoa. Abriu seus canais para que cinco mulheres usassem o espaço para, ali, narrar as suas pequenas revoluções diárias. Sem merchandising, sem product placement, sem policies de conteúdo. Um espaço para o feminino, apresentado por uma marca que acredita na voz das mulheres.
Aqui, o vídeo de lançamento do Diário BB Cream. No site da Ampfy (agência onde fui diretor de criação digital para L'Oréal), tem o case.

#whenareyou – o que separa Beijing e São Paulo? [cliente: Beijing Design Week]
O que nos afasta não são os milhares de quilômetros. Nem a cultura. Nem as relações humanas. Muito menos a arte. O que nos distancia é o tempo. Esse fuso horário maluco que nos faz viver em dias diferentes, quase sempre. O trabalho desenvolvido para a Beijing Design Week envolveu o Coletivo Amor de Madre, a D3 e uma equipe de conteúdo que estavam juntas, na China, para desafiar o tempo. E criar um pensamento crítico sobre que tempo é esse que ocupamos. When are you?
– Essa foi uma ação que contou com a parceria do Instagram. Não há um site que hospede o conteúdo. Mas a hashtag #whenareyou deve abrigar exemplos.

Solar: uma conversa honesta sobre o verão brasileiro. [cliente: L'Oréal]
Lenine canta o universo feminino com uma delicadeza rara. Lenine vem de uma terra onde o sol é um deus que permeia a vida das pessoas (e a liturgia acontece na praia). Foi através do universo musical do cantautor que trilhamos o caminho dessa campanha que trouxe o verão para perto das mulheres brasileiras. E Lenine cantou assim: 

Ela não vive sem ele/Ele ilumina o dia dela/Ela sorri da janela/Quando sente ele chegar; Coisa de pele/À flor da pele/o amor aflora/Quando ele vem, tudo brilha/Alegria no ar; Ele o Sol, ela é solar.
Clique aqui e assista ao convite de Lenine para que mulheres de todo o Brasil enviassem suas imagens solares – que compuseram o clipe da campanha.

SP Cidade Gentil – uma campanha para ajudar a maior cidade do país a diminuir as distâncias entre as pessoas. [cliente: Damasco]
São Paulo é a cidade que mais produz lixo na América do Sul. Onde os hábitos de consumo se sobrepõem à cultura da nossa preservação e cuidado, tem algo errado. SP Cidade Gentil é uma plataforma de discussão sobre a cidade que queremos desde já, das atitudes que desejamos praticar para que o futuro traga novos horizontes. Começa no lixo, mas passa pela dignidade. Ser mais gentil com a cidade é ser mais gentil com o outro.
Clique aqui e acompanhe o projeto.

– O escopo do meu trabalho aqui: naming, concept, strategy. A equipe de criação da websérie é da própria Damasco.

Ipanema não é um bairro. É o Brasil. [cliente: Grendene]
As sandálias Ipanema são o produto da Grendene que concorre diretamente com uma das marcas mais amadas do país, as Havaianas. Como fazer quando o seu concorrente tem uma identidade tão forte? Buscar a sua própria identidade. E fazer dela uma trincheira de crenças e valores que definam a sua marca, que aproxime a sua realidade de qualquer discurso usado na comunicação. O trabalho para Ipanema foi sobretudo de coragem: sair do reduto confortável de um bairro e encarar o Brasil. Os Brasis. Ipanema foi atrás de mulheres genuinamente brasileiras, em todas as regiões, e lançou uma coleção inspirada nelas. Brasil de Ipanema foi um movimento maior que uma campanha. Foi a busca – e o encontro – com a identidade de uma marca.
Clique aqui para ver, no canal de Grendene, os vídeos dessa campanha.


Para conhecer alguns dos meus projetos autorais, clique na imagem acima.